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Editorial


Manter o foco e seguir em frente
 

Cláudio Baptista de Carvalho
 

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Artigo experimental 

Soroepidemiologia da leucose enzoótica bovina em propriedades leiteiras do município de Alegre, estado do Espírito Santo, Brasil

Renan Zappavigna Costa Starling, Alexandre de Oliveira Bezerra, Igor Salardane, Peter Gabriel Ferreira, Renata Côgo Clipe e Dirlei Molinari Donateli 

Avaliou-se a soroprevalência da leucose enzoótica bovina e os fatores de risco associados no rebanho bovino leiteiro do município de Alegre, Espírito Santo, 2011. Foram analisadas 409 amostras sanguíneas de vacas leiteiras lactentes de 23 propriedades rurais. O diagnóstico foi feito por meio do teste sorológico de imunodifusão em gel de ágar (Tecpar®) para detecção de anticorpos específicos antivírus da leucose bovina (VLB). Das 409 amostras testadas, 114 foram soro-reagentes, totalizando uma soroprevalência de 27,9%, presentes em 87% das propriedades. Em 100% das propriedades estudadas havia compra e venda de animais sem teste de leucose enzoótica bovina. Em 45,3% realizava-se a inseminação artificial que se comportou como um fator de risco, uma vez que implicava no aumento do risco de ocorrência para LEB em 2,25%. Outras variáveis como assistência medica veterinária, compra e venda de animais, reutilização de luva obstétrica, descorna sem desinfecção e tatuagem não apresentaram significância estatística para ocorrência da LEB. Os resultados demonstram que a infecção pelo vírus da leucose enzoótica bovina está amplamente distribuída no rebanho leiteiro do município de Alegre, Espírito Santo. Torna-se imprescindível que medidas sejam adotadas para que os proprietários rurais recebam esclarecimentos sobre a doença e suas implicações econômicas, visando à implantação de um programa de controle da doença visto que, atualmente, não existem vacinas, nem tratamentos efetivos para a LEB.


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Revisão bibliográfica

Oftalmopatias na erliquiose monocítica canina

Anderson Barros Teixeira Pinto*e Cláudio Baptista de Carvalho

Os cães possuem vários sinais e sintomas clínicos relacionados à doença erliquiose monocítica canina (EMC). Como consequência da infecção pelo agente Ehrlichia canis, a doença pode variar desde a forma assintomática à crônica. Há três estágios da EMC: a infecção aguda, a subclínica e a crônica. Estes estágios da doença vêm sendo descritos em cães, entretanto é difícil a distinção entre eles em animais infectados de forma natural. Dentre os sinais e sintomas clínicos se encontram as alterações oftalmológicas, que são consideradas manifestações comuns da doença. As síndromes mais relatadas são as conjutivites, as alterações da córnea, o glaucoma, a catarata, a uveíte bilateral anterior, a coriorretinite, o papiledema, as hemorragias retinianas e as esclerite necrosante. Entre os sintomas mais comuns encontram-se o blefarospasmo e a fotofobia. Os sinais e sintomas oculares na doença EMC são relevantes no diagnóstico diferencial para outras causas de oftalmopatias, pois desta forma, após o diagnóstico, proporcionará ao paciente canino o correto tratamento contra a doença através de medicamentos específicos. Além disso, o auxílio de técnicas mais apuradas vem sendo empregado para o diagnóstico da doença e para a determinação da causa primária das alterações oculares.

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Suplemento do I Congresso Brasileiro da Anclivepa (COBRA), ocorrido de 5 a 7 de setembro de 2013. Local: Parlamundi - LBV - SGAS 915 Sul - Brasília - DF.

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Este periódico científico é filiado à ABEC - Associação Brasileira de Editores Científicos. Por sugestão desta asssociação, a periodicidade inicial será semestral, reduzindo-se gradativamente os intervalos de tempo entre as edições de acordo com o crescimento da publicação.(www.abecbrasil.org.br)