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Editorial


 "Autorreflexão" 


 
Cláudio Baptista de Carvalho


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Relato de caso
 

Relato de caso de erisipela suína no município de Silva Jardim RJ

LEITÃO DFGM, SILVEIRA RL, PEREIRA PF, CRUZ ACM, CARVALHO ECQ

A erisipela suína é uma afecção causada pelo agente Erysipelothrix spp, uma bactéria gram-positiva não esporulada. Seu principal reservatório é o suíno doméstico, porém outros mamíferos podem ser infectados. A doença é de distribuição mundial e de grande importância econômica caracterizando-se, principalmente, por lesões cutâneas losangulares e eritematosas, associadas à septicemia. O objetivo deste trabalho é relatar e discutir um caso de erisipela suína em uma matriz de uma granja comercial no município de Silva Jardim – RJ. O animal apresentou lesões cutâneas sem forma definida por todo o corpo e algumas com formato losangular, sugestivas de erisipela. Estas eram caracteristicamente elevadas e com coloração predominantemente rosa ou avermelhada. A fêmea lactante ainda se apresentava prostrada, com temperatura elevada (40ºC) e corrimento vulvar. O tratamento ocorreu de forma imediata, sendo iniciado no mesmo dia em que foram notados os primeiros sinais, e consistiu na aplicação de penicilina. Na manhã do dia seguinte, várias lesões haviam desaparecido e ao final do tratamento, todas as demais. A suspeita clínica se confirmou através do diagnóstico terapêutico e a penicilina se mostrou eficaz no tratamento.

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Artigo Experimental

Utilização do DMSO pelas vias intravenosa e tópica em 196 animais de companhia atendidos no Hospital Veterinário das Faculdades Integradas de Ourinhos - SP


STURION DS, STURION MAT, STURION TT, STURION ALT, SALIBA R, CANO JEC, HERNANDES BMS, LEME FC, PENTER JD, CACHONI BJ, LOPES EM


O DMSO (Dimetil Sulfóxido) possui efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, sendo empregado em lesões musculares e esqueléticas, traumatismos cranioencefálicos e na coluna vertebral, paralisia do posterior, queimaduras superficiais, enxertos de pele, edemas de membros devido a fraturas, cistite associada à obstrução uretral em gatos e para redução de volume das glândulas mamárias da cadela lactente após o desmame. A dose preconizada pelos autores do DMSO (Dimesol ®) é de 0,8 g/kg de peso vivo diluída em solução fisiológica. Pela via intravenosa, o DMSO deve ser administrado lentamente por 3 a 4 dias consecutivos, principalmente nos casos de lesões neurológicas e ortopédicas, sendo utilizado no pós-operatório imediato, e as demais aplicações em intervalos de 24 horas. O DMSO tópico (Dimesol ® gel) foi preconizado para ser administrado a cada 12 horas em cirurgias ortopédicas, estéticas e abdominais, como mastectomias totais ou parciais etc. Logo após a aplicação, tópica ou sistêmica, o DMSO atinge rapidamente as regiões sistêmicas ou internas do organismo, e costuma ser observada a presença de odor forte característico de ostra e alho, consequência da formação de ácido sulfônico. O presente estudo tem por objetivo relatar o uso do DMSO no pós-operatório imediato de 196 animais operados no Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária das Faculdades Integradas de Ourinhos – SP, onde foi observado que a recuperação anestésica dos animais foi imediata após a aplicação intravenosa, e nos casos ortopédicos os pacientes apresentaram-se sem desconforto pela dor e edema na região operada. Na aplicação tópica ocorreu redução do edema da região com recuperação e cicatrização em oito dias do ferimento cirúrgico da pele.

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Este periódico científico é filiado à ABEC - Associação Brasileira de Editores Científicos. Por sugestão desta asssociação, a periodicidade inicial será semestral, reduzindo-se gradativamente os intervalos de tempo entre as edições de acordo com o crescimento da publicação.(www.abecbrasil.org.br)